quarta-feira, 20 de maio de 2015

Porque usar Led









                  Lâmpada de 60W sai de cena.

                           As lâmpadas mais comumente usadas pelos brasileiros, as incandescentes de 60 watts, serão encontradas cada vez menos nas prateleiras das lojas.  Está  proibido fabricar ou importar essa lâmpada. Ou seja, vai vender quem ainda tem estoque e, depois, acabou.

                                 O motivo é a portaria interministerial 1007/2010, que fixou índices mínimos de eficiência luminosa e determinou as datas para, progressivamente, eliminar  a luz “quente” do mercado.

                               As lâmpadas incandescentes de 60w deverão sair do mercado até junho deste ano.  A determinação é dos ministérios de Minas e Energia, da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Desenvolvimento Industria e Comércio Exterior, publicada em 2010, que fixou os índices mínimos de eficiência luminosa para fabricação, importação e comercialização e incandescentes de uso geral em território brasileiro. As que não atingirem, até 2016, a eficiência mínima definida serão banidas, de acordo com cronograma estabelecido. As de 100w, 150w e 200w já foram retiradas das prateleiras.
                              A  idéia do governo é substituí-las por modelos mais eficientes, como as fluorescentes compactas e as de LED.



                     Mais economia






                                A conversão de energia elétrica em luz e calor tem valores diferentes conforme a tecnologia: lâmpadas incandescentes 5% luz e 95% calor; fluorescentes compactas 15% luz e 85% calor; LED 30% luz e 70% calor.  A mudança imposta pelo governo federal deverá refletir também na indústria brasileiras de iluminação. A entidade prevê que em torno de 300 milhões  de incandescentes sejam vendidas anualmente no país.

                               Considerando a mais popular, o modelo 60W detem cerca de 70% da preferência dos brasileiros.  A escolha sempre se deu por conta do preço mais baixo. Porém o grande problema dessas lâmpadas é o gasto de energia: apenas 15% utilizada nela se transforma em iluminação, os outros 85% são desperdiçados em forma de calor.
                             Para especialistas, a medida é positiva, já que as incandescentes são menos econômicas..
                             Em média, as lâmpadas fluorescentes gastam quatro vezes menos eletricidade e duram cerca de oito vezes mais do que as do tipo incandescente, conforme informações da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abiluz). Outra vantagem, diz a entidade, é que a medida também traz benefícios à natureza. As incandescentes, além de requisitarem mais eletricidade, aquecem mais o ambiente, agravando o efeito estufa.
                             Georges Blum ressalta que a escolha do tipo de lâmpada em casa pode significar uma economia grande na conta de luz. Ele aconselha que, antes de optar, é importante comparar as características dos modelos. “Há pelo menos um critério básico que ajuda o consumidor a fazer essa comparação: a relação entre a vida útil da lâmpada e o preço”, observa.







                                  De acordo com o dirigente, a eletricidade consumida pela iluminação pode representar até 20% dos gastos de uma família. “Ao longo de um ano, se somados os valores economizados com apenas uma lâmpada substituída, a economia pode chegar a R$ 25. Se trocar quatro lâmpadas, são R$ 100 economizados por ano”, calcula.
Os modelos de lâmpadas incandescentes de 200 w, 150 w, 100 w e 75 w já deixaram de ser comercializadas no Brasil. As últimas a deixarem o mercado serão as de 40W e 25W, em junho de 2016. A substituição total fará com que o país economize cerca de 10 Terawatts-hora (TWh/ano), até 2030.

                                                 www.fabianamazzotti.com.br

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